Chefe do governo local brasileiro e ‘Bitcoin Faraó’ suspeitos de lavagem de dinheiro com cripto
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As agências policiais brasileiras invadiram a casa de um chefe do governo local suspeito de liderar uma rede criminosa que lavava dinheiro usando criptoativos – junto com uma figura controversa chamada “o faraó do Bitcoin”.
A operação ocorreu na casa do vereador de Armação de Búzios Lorram Gomes da Silveira, informou a Globo, e viu os policiais confiscarem mais de US$ 9.250 em dinheiro.
Várias agências estiveram envolvidas na operação, incluindo o Grupo de Ação Especializada de Combate ao Crime Organizado do Ministério do Estado do Rio de Janeiro. Os órgãos, assim como o Ministério Público, acreditam que o vereador chefiava uma “organização criminosa” que fiscalizava a “corrupção” em larga escala, fazendo uso de “documentos falsos”.
A “organização”, dizem as agências, viu o vereador fazer uso das criptomoedas como ferramenta de “desfalque”.
Lorram está em seu terceiro mandato como vereador de Armação de Búzios, cargo para o qual foi eleito pela primeira vez em 2009. De novembro de 2018 a maio de 2019, foi chefe de gabinete do prefeito da cidade. E foi nesse período, diz o ministério, que os crimes foram cometidos.
Outros dois homens também foram investigados em conjunto com os mesmos supostos crimes: Glaidson Acácio dos Santos, conhecido como “o faraó do Bitcoin”, e Carlos Alexandre da Silva.
Os oficiais parecem acreditar que Lorram aceitou pagamentos em dinheiro em troca da concessão de licenças e outros favores a indivíduos sediados em Armação de Búzios – e supostamente fizeram o faraó e da Silva converterem o dinheiro em criptomoeda em uma tentativa de “esconder” os fundos.
O ministério diz que Lorram foi suspenso do exercício de funções públicas.
O ministério iniciou suas investigações sobre suspeitas de violações de lavagem de dinheiro em abril do ano passado e suspeita que outros funcionários da Prefeitura possam ter participado da “organização” criminosa.
Enquanto isso, o judiciário determinou que cerca de US$ 271.000 em ativos de Loram estão “descontados” – e podem estar escondidos em carteiras de criptomoedas às quais ainda não tiveram acesso.
O “Faraó” foi preso no ano passado e aguarda julgamento sob a acusação de orquestrar um esquema Ponzi de 7 bilhões de dólares que supostamente prometia aos investidores 10% de retorno sobre suas participações.
No início deste mês, informou FDR, o “faraó” declarou sua intenção de concorrer às eleições – da prisão – como candidato pelo Partido Democrata Cristão nas eleições gerais de outubro.
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