Cathie Wood aposta bilhões em IA e Bitcoin — Wall Street sabe de algo?

A gestora Cathie Wood voltou às compras com força.
Em um único pregão, a Ark Invest investiu mais de US$ 56 milhões em ações da Alphabet, controladora do Google.
Foram mais de 174 mil papéis adquiridos, num dos maiores aportes do trimestre.
O movimento ocorreu logo após o Google revelar o Gemini 3, sua IA mais avançada até agora.
Além disso, surgiram rumores de que a empresa quer vender seus chips próprios para provedores de nuvem.
Apostas vão além do Google
Cathie Wood não parou por aí. A Ark também aumentou suas posições em empresas do setor cripto.
Foram investidos US$ 3,75 milhões em ações da Coinbase. Mais US$ 7 milhões foram alocados na Circle, emissora da stablecoin USDC.
O fundo ARKB, ETF de Bitcoin da própria Ark, recebeu quase US$ 2 milhões em novas cotas.
A gestora também ampliou em US$ 29,4 milhões sua exposição à CoreWeave, que atua com IA em nuvem.
E comprou mais US$ 21,5 milhões em ações da Meta.
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IA está em bolha? Para Cathie Wood, não
O crescimento vertiginoso de empresas ligadas à inteligência artificial gera preocupações.
Mas, segundo Cathie Wood, essa ansiedade é um bom sinal.
Ela argumenta que, ao contrário da bolha das pontocom, a IA atual já mostra resultados concretos.
Na época do boom da internet, as empresas dependiam de projeções e hype. Agora, as companhias de IA têm demanda real, clientes pagantes e produtos em uso.
Wood vê semelhanças apenas superficiais entre os dois ciclos.
Ela defende que a tecnologia atual é escalável, com aplicações em nuvem, robótica e finanças.
Investimentos em cripto seguem firmes
Mesmo com incertezas macroeconômicas e dados adiados pelo shutdown nos EUA, a Ark segue ativa.
Além das apostas em IA, a gestora também reforçou posições em BitMine Immersion Technologies.
E continuou comprando ações da Circle, após a correção nos preços da empresa no pós-IPO.
Bitcoin tenta romper tendência de queda
Ademais, o preço do BTC mostra sinais de estabilização após semanas de pressão vendedora.
Sobretudo, o gráfico de 4 horas indica uma possível reversão.
O preço testa uma linha de tendência de baixa próxima ao nível de Fibonacci 0,382, em torno de US$ 90.800.

Esse patamar tem barrado as últimas tentativas de alta desde novembro.
Desde a mínima em US$ 83.683, o BTC formou um fundo mais alto e recuperou a média móvel de 20 períodos.
Agora, se aproxima da média de 50 períodos, o que reforça o viés de curto prazo.
Alvo está em US$ 94 mil
O RSI segue em alta, na casa dos 60 pontos, mas sem indicar sobrecompra.
Um candle de reversão a partir de US$ 86.878 reforça o cenário de recuperação.
Se o BTC romper a resistência em US$ 91 mil, os próximos alvos estão em US$ 93.900 e US$ 97.100.
Caso contrário, uma nova queda pode levar o preço a US$ 88.800 ou até US$ 86.800.
Por ora, os traders monitoram o rompimento da linha de tendência como gatilho para uma alta mais ampla.
Maxi Doge: o meme coin que atrai hype real
Enquanto isso, o Maxi Doge se destaca como o novo queridinho dos traders de meme tokens.
Em suma, o projeto já arrecadou mais de US$ 4,2 milhões em sua pré-venda.
Sua identidade irreverente e eventos constantes atraem uma comunidade engajada.

O mascote musculoso e obcecado por alavancagem virou símbolo da cultura meme.
Além disso, quem possui $MAXI pode fazer staking e ganhar recompensas diárias em contratos inteligentes.
Também há competições exclusivas e parcerias para quem participa da comunidade.
Preço e pré-venda em ritmo acelerado
Atualmente, o token $MAXI custa US$ 0,00027.
O próximo aumento de preço se aproxima, o que tem acelerado a procura.
Então, para quem busca uma memecoin com hype, personalidade e utilidade real, o Maxi Doge pode ser uma aposta interessante.
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