{"id":129850,"date":"2024-09-23T11:26:59","date_gmt":"2024-09-23T11:26:59","guid":{"rendered":"https:\/\/pt.cryptonews.com\/?p=129850"},"modified":"2024-09-23T11:26:59","modified_gmt":"2024-09-23T11:26:59","slug":"49-dos-ceos-planejam-modernizar-estrutura-de-ciberseguranca-e-69-vao-usar-ia-generativa-nessa-area","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cryptonews.com\/br\/tecnologia\/49-dos-ceos-planejam-modernizar-estrutura-de-ciberseguranca-e-69-vao-usar-ia-generativa-nessa-area\/","title":{"rendered":"49% dos CEOs planejam modernizar a estrutura de ciberseguran\u00e7a e 69% usar\u00e3o IA generativa"},"content":{"rendered":"
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Imagem: Pixabay<\/figcaption><\/figure>

Diante do aumento e da sofisticação de ataques cibernéticas, 49% dos CEOs de grandes empresas pretendem modernizar a infraestrutura de cibersegurança nos próximos 12 meses. Os dados são de pesquisa global da PwC<\/a>, com base em entrevistas com 3.876 líderes corporativos.<\/p>

O levantamento também mostrou que 45% colocam investimentos e otimização da atual tecnologia como prioridade, enquanto 40% destacam a importância de continuar a promover treinamentos na área de segurança.<\/p>

Essas preocupações estão diretamente associadas ao aumento e à sofisticação dos ataques cibernéticos<\/a>. Segundo o estudo, entre 2023 e 2024 o percentual de empresas que tiveram perdas acima de US$ 1 milhão por conta de vazamentos de dados passou de 27% para 36%. <\/p>

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Fonte: Global Digital Trust Insights, 2024 – PwC<\/figcaption><\/figure><\/div>

Para os entrevistados, entre as maiores ameaças estão ataques à nuvem e a dispositivos conectados – duas tecnologias, destaca a Pwc, que estão no epicentro da transformação digital atualmente. Segundo o estudo, 47% dos CEO consideram o risco à segurança da nuvem como a maior preocupação nesse campo. <\/p>

Não é à toa: cerca de 42% dos entrevistados afirmaram que suas empresas usam mais de uma rede. Porém, apenas metade dele estão satisfeitos com as capacidades tecnológicas de suas empresas no que diz respeito à segurança. E mais de 30% não seguem, consistentemente, práticas básicas de defesa contra ameaças cibernéticas.<\/p>

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Fonte: Global Digital Trust Insights, 2024 – PwC<\/figcaption><\/figure><\/div>

O exemplo de quem largou na frente<\/h2><\/span>

Como se observa, ainda há muito a evoluir no campo da cibersegurança<\/a>. E precisam se apressar. Como referência, o estudo identificou um grupo que representa 5% do total de empresas participantes do estudo (ou seja, 179 companhias).<\/p>

Essas organizações sofrem menos vazamentos de dados, e mesmo quando são atacadas, as perdas não são altas. Isso porque essas companhais aceleraram a adoção de soluções de cibersegurança, incluindo tecnologias emergentes.<\/p>

Aprenda com os early-adopters<\/h3>

A PwC comparou as práticas e estratégias das empresas que compõem esses 5% com o restante das companhias que participaram da pesquisa. Em resumo, o que se constatou foi que:<\/p>