{"id":129190,"date":"2024-09-12T23:46:00","date_gmt":"2024-09-12T23:46:00","guid":{"rendered":"https:\/\/pt.cryptonews.com\/?p=129190"},"modified":"2024-09-12T23:46:00","modified_gmt":"2024-09-12T23:46:00","slug":"policia-federal-desarticula-3-grupos-criminosos-que-atuavam-no-mercado-de-criptoativos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cryptonews.com\/br\/noticias\/policia-federal-desarticula-3-grupos-criminosos-que-atuavam-no-mercado-de-criptoativos\/","title":{"rendered":"Pol\u00edcia Federal desarticula 3 grupos criminosos que atuavam no mercado de criptoativos"},"content":{"rendered":"
\"Polícia<\/figure>

A Polícia Federal (PF) e a Receita Federal do Brasil (RFB) congelaram cerca de R$ 9 bilhões em criptomoedas e moedas fiduciárias mantidas em exchanges de criptomoedas e contas bancárias. A informação foi divulgada pelo governo nesta terça-feira (10)<\/a>.<\/p>

A Operação Niflheim desarticulou três grupos criminosos que atuavam no mercado de criptoativos. Eles são suspeitos de lavagem ou ocultação de bens, crimes contra o sistema financeiro nacional, falsidade ideológica, associação criminosa, organização criminosa e crimes contra a ordem tributária.<\/p>

Os principais destinos dos valores eram países da Ásia e os Estados Unidos.<\/p>

O nome da operação, Niflheim, foi inspirado na mitologia nórdica e significa “lar da névoa”. Portanto, faz alusão à atuação dos criminosos, que se baseava em transações financeiras obscuras.<\/p>

Polícia Federal fala em três grupos criminosos<\/h2><\/span>

As autoridades informaram que os criminosos estavam tentando enviar moedas fiduciárias e tokens para destinatários na China, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos e Hong Kong. Além disso, alegaram que os suspeitos podem ter usado criptoativos não identificados para movimentar R$ 55 bilhões nos últimos três anos.<\/p>

A iniciativa conjunta da Polícia Federal e da Receita Federal envolveu agentes que realizaram buscas e apreensões em empresas e endereços pessoais em diversos estados brasileiros. Também foram alvos da ação escritórios nos Estados Unidos. No entanto, a polícia não revelou os nomes das empresas nem dos indivíduos que os policiais estão investigando.<\/p>

Segundo informações oficiais, três grupos diferentes fariam parte da operação criminosa. A PF está investigando possíveis conexões entre esses grupos. Afinal, acredita que eles vinham operando em conjunto.<\/p>

Grupo usava laranjas em esquema<\/h2><\/span>

De acordo com a PF, 130 policiais e 20 servidores da Receita Federal participaram das buscas. Os tribunais emitiram pelo menos oito mandados de prisão e cerca de duas dezenas de mandados de busca e apreensão em Caxias do Sul (RS), São Paulo, Fortaleza e Brasília. Também houve a apreensão de diversos veículos e imóveis.<\/p>

Veja um resumo dos mandados expedidos pela Justiça Federal:<\/p>